| 19 Maio 2009
Cheguei a ganhar uma bolsa de estudos para um curso de inglês em uma escola particular, mas desisti porque não via progresso.
Quando adulto me vi obrigado a falar inglês e perdi algumas chances de trabalho, e foi então que tentei aprender com um professor particular. Na verdade tentei dois, mas também não deu certo. Foi neste ponto que comecei a achar que a única forma de falar inglês seria viajar para os Estados Unidos e ficar lá por uns dois ou três meses, que era o que algumas pessoas faziam e voltavam falando inglês.
Abri o livro novamente, disposto a analisar as informações. O livro de credibilidade altíssima, foi escrito por uma PHD em Educação nos Estados Unidos. O método utilizado havia sido desenvolvido a partir da mais renomada universidade do mundo a UNIVERSIDADE DE HARVARD. Milhares e milhares de pessoas estavam falando novas línguas através deste método e o fato mais marcante era que a UNITED AIRLINES, a maior companhia aérea do mundo, treinou ao mesmo tempo 18.000 comissários de bordo em várias línguas o que me levou à seguinte afirmação: se dá certo lá, pode dar certo aqui.
Eu trouxe a imersão para o Brasil e fiz uma turma piloto. O resultado foi tão entusiasmante que, antes mesmo de terminar a turma piloto, abrimos a primeira turma com 7 alunos. E nesta primeira turma obtive a primeira vitória… Uma das alunas dessa turma hoje é professora de inglês!
Era para ser uma fase de testes, mas os resultados foram tão espetaculares, que em menos de um ano formaram-se 5.000 alunos só nesta fase inicial!
Agora era hora de pegar um avião e ir para Inglaterra para assinar um contrato com a Accelerated Learning. Talvez seja impossível imaginar a euforia que eu experimentava por dentro. Um ano antes eu não falava nada em inglês, agora eu estava em um país estranho falando inglês com o Presidente Mundial da Accelerated Learning, assinando um contrato em inglês e assumindo como Presidente da Accelerated Learning do Brasil.
Hoje depois de milhares e milhares de alunos formados, além de várias viagens ao exterior, descobri que eu só não falava inglês por duas razões:
1a. Eu tinha um bloqueio neuro-emocional e,
2a. Precisava de um método que respeitasse o meu estilo individual.
E se hoje você me perguntar que lição eu tiro de tudo isso?
Olha, o que eu sei é que qualquer pessoa pode falar inglês. Seja uma dona de casa ou uma criança, seja um executivo ou um médico. Eu sinto que é uma missão, ajudar cada pessoa que encontro e precisa falar inglês. Se você tem o mesmo bloqueio que eu tinha, eu garanto, que isto pode ser revertido, sem mistérios e de um modo muito simples e fácil. O que eu faço todos os dias é agradecer a Deus, por ter colocado aquele livro nas minhas mãos no ano de 1996. "Hoje eu consigo ajudar muitas pessoas a falar inglês”.
Jober Chaves Azevedo
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